Valisnéria espiral
Vallisneria spiralis · fam. Hydrocharitaceae

- Luz
- Média
- CO₂
- Não necessário
- Temperatura
- 20–28 °C
- pH
- 6.5–8
- Dureza
- 5–19 °dGH
- Velocidade de crescimento
- Rápido
- Altura
- até 50 cm
- Posicionamento
- Fundo
- Raízes nutritivas
- Sim
Prós e contras
- Forma uma «cortina» de fundo densa em 1–2 meses
- Não requer CO₂
- Propaga-se por estolões — cobre o aquário rapidamente
- Grande consumidora de nitratos — filtração biológica natural
- Sensível ao cobre na água (algicidas podem matá-la)
- Derrete completamente diante de mudanças bruscas de parâmetros
- Pode tornar-se invasiva — os estolões brotam onde não se quer
Descrição
A valisnéria é a planta clássica do fundo. Reproduz-se rapidamente por estolões no substrato, formando uma «cortina» de folhas em forma de fita.
Sensível ao cobre na água (alguns algicidas) e a mudanças bruscas de parâmetros.
Manutenção
Plantio
Raízes em substrato nutritivo, mas NÃO enterre o colo (onde as raízes encontram as folhas). Alimenta-se principalmente pelas raízes.
Propagação
Por estolões do substrato. Transplantar a planta-filha quando tiver 3–4 folhas.
Perguntas frequentes
- Por que minha valisnéria derrete depois de plantada?
- É adaptação à água nova. Nas primeiras 2–3 semanas as folhas velhas podem morrer; as novas crescem saudáveis. Não arranque a planta!
Equipe editorial da Goldie
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Conselho científico — ictiólogos e veterinários
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Fontes
- Vallisneria spiralis — Tropica · Tropica · 2026-05-22